Resenha #24 - Alfred Hitchcock e os Bastidores de Psicose de Stephen Rebello

agosto 26, 2015

O livro que deu origem ao filme Hitchcock 
Autor: Stephen Rebello
Ano: 2013
Páginas: 256
Editora: Intrínseca
SINOPSE: O livro de 1960, entrou para a história do cinema como uma das obras mais importantes do mestre do suspense Alfred Hitchcock. No livro, o jornalista e roteirista Stephen Rebello desvenda os bastidores da produção considerada pelo American Film Institute o melhor thriller de todos os tempos, conta a impressionante história real que inspirou o filme e revela a decisão do cineasta, após a recusa do projeto pela Paramount, de bancar ele próprio as filmagens, atraindo estrelas famosas por uma fração do cachê habitual, marca de sua obstinação artística e determinação. Leitura obrigatória para todos os amantes do cinema, Alfred Hitchcock e os bastidores de Psicose será publicada em 25 de janeiro e inspirou Hitchcock, filme de Sacha Gervasi protagonizado por Anthony Hopkins e Helen Mirren — que acaba de ser indicada ao Globo de Ouro e ao SAG Awards por sua atuação como Alma, esposa do famoso diretor. Com previsão para estreia nacional em 8 de fevereiro e distribuição da Fox, a produção ainda tem Scarlett Johansson como Janet Leigh, a estrela da célebre cena do chuveiro.

“O mundo entra em Psicose”
Bem vindos ao melhor livro do ano até o momento. Para minha maior surpresa o e-book abalou as leituras da Maratona Literária de Inverno 2015, a melhor leitura que acabei pegando neles, foi um extra incluso e poucas páginas para tanta curiosidade.
Pense no cinema de 1960, não existia nenhuma tecnologia que tem hoje em dia, a nudez não era permitida e só os livros de Poe eram o ápice de suspense e terror, isso porque Poe foi um escritor de 1849.
Rebello descreve como foi à criação do filme, este roteirista da
própria adaptação, apesar de escrever o livro, ele não é o melhor da história, seus conflitos com Hitchcock foi notado por mim e por muitos, ele desmereceu o diretor e o próprio autor do livro, Robert Block. Mas aqui ele parece se redimir e apresentar toda a poderosa figura que é Alfred Hitchcock, nada mais justo do que admirar esse homem, assim como eu admiro.
O mundo estava abalado, em 1957, naquele mês, a polícia de Plainfield identificou Ed Gein, um aparvalhado sujeito de 51 anos que vivia de fazer entregas e biscates, como um dos mais terríveis assassinos em série já nascidos no país. Ao remexerem a bagunça da cozinha e do quarto de Ed, os policiais tiveram uma visão para a qual nenhum acidente na estrada ou baderna numa noite de sábado poderia tê-los preparado.
“Ed Gein, com seu sorriso de dentes frouxos, não vivia sozinho, afinal de contas. Dividindo o teto com ele havia duas tíbias. Dois pares de lábios humanos pendurados num cordão. Alguns narizes em cima da mesa da cozinha. Uma bolsa e braceletes feitos de pele humana. Quatro cadeiras estofadas de carne. Uma fileira bem- ordenada de dez crânios. Um tambor feito a partir de um latão com pele humana como couro. Uma vasilha de sopa que era a metade de cima de um crânio invertida. As peles descarnadas de quatro rostos de mulheres, com ruge e maquiagem, presas com tachinhas na parede à altura dos olhos. Cinco rostos guardados em sacos plásticos, “de reserva”. Dez cabeças de mulher, com a parte acima da sobrancelha cortada fora. Um par de calças feitas de pele humana e um “colete” incluindo mamas, arrancadas de alguma outra infeliz.”
Sim, um assassino em série, que adorava “desmontar as coisas” para ver “como funcionavam”.
As piadas de mau gosto, “Gein-ers”, como chamavam os moradores locais, surgiam por todos os lados. A escada: “Como eram os parentes de Ed Gein?” A piada: “Deliciosos.” Ou “Qual era o telefone dele?”, que resultava no trocadilho: “O-I-C-U-8- 1-2” (Oh, I see you ate one too [oh, vejo que você também comeu um]). E uma para aliviar outro terror indescritível: “Por que ninguém nunca conseguiu manter Gein preso?” A piada: “Porque ele desenhava uma mulher na parede e abria caminho a dentadas.”.

Robert começou a escrever e algumas coisas batiam com o mais conhecido assassino do momento, ele nega veementemente que se inspirou nos noticiários e de certa forma como conseguiria tanta informação sendo que nem a policia divulgou os detalhes dos assassinatos? Então há quem concorde e quem não sobre ser cópia da realidade, vai lá saber.
Eis alguns trechos do autor comentando no livro sobre a criação deste.

“Na minha cabeça, o personagem seria parecido com o ator Rod Steiger na época — alguém que vivia sozinho, meio recluso e sem muitos amigos. Como ele escolheria as vítimas? Resolvi que ele seria o gerente de um motel, pois assim teria acesso fácil a desconhecidos. Eu não sabia com certeza na época que o assassino de verdade também era um ladrão de sepulturas. Além do mais, não era exatamente educado abordar esse tipo de coisa nos jornais, sem falar na ficção de mistério dos anos 1950.”
‘Digamos que ele tivesse uma fixação na mãe’, com base estritamente no tipo de personalidade pervertida que ele tinha. Vamos supor que a mãe estava morta — naturalmente, para a conveniência da narrativa, não a queríamos andando por aí —, mas que ele acreditava que ela continuava viva. A razão dos surtos de amnésia seria que ele se tornava sua mãe enquanto estava cometendo os crimes. Ele teria de conversar com ela quando estava sozinho. Daí eu pensei: ‘Não seria legal se ela estivesse realmente presente de alguma forma?’ Foi quando me veio a ideia de que ele mantinha o corpo dela preservado.’

Ocorreu-me fazer algo não muito comum em ficção: estabelecer uma heroína, dar a ela um problema, torná-la mais ou menos simpática para fazer com que o leitor tivesse alguma empatia, e aí matá-la por volta do primeiro terço da história. Os leitores diriam: ‘Meu Deus, e agora? Ela se foi.’” Bloch desferiria um perverso golpe de mestre ao planejar não só o momento certo mas também a maneira como sua heroína sairia de cena. “Eu tinha a opinião de que uma pessoa nunca está tão indefesa quanto no chuveiro”, recorda-se, com o orgulho repuxando os cantos dos lábios. “Nus, num espaço apertado, sentimo-nos totalmente sós. Uma súbita intrusão assim é um grande choque. Cheguei a um recurso, que funcionou no papel, de terminar o capítulo com uma cortina de chuveiro sendo aberta repentinamente. ‘A faca cortou-lhe o grito. E a cabeça.’

Isso é chocante. Eu não tinha pensado num filme naquela época; na verdade, não se faziam filmes com esse grau de violência.”

Bloch incluiu em Psicose a dedicatória: “10% deste livro é dedicado a Harry Altshuler, que fez 90% do trabalho, afinal foi Harry que conseguiu todo o sucesso para a publicação, fui conferir na obra que tenho e não é que é verdade.




Cada detalhe teve suma importância na produção, com pouca renda em um filme que ninguém deu credito, Hitchcock caprichou para conseguir o mérito de ótimo diretor, vindo recentemente de uma humilhação por um filme estrangeiro, este decidiu usar seu próprio dinheiro e contatos para garantir que Psicose saísse, e com toda a sua pequena produção conseguiu um filme que até hoje marca o cinema mundial.

O filme de 30 dias, intitulado desta forma para ser mais um desafio do diretor, Psicose entrou em produção, o logotipo criado por Palladino para o título evocava letras retalhadas por uma faca, ou despedaçadas por um grito ou até pela loucura em si, o toque macabro em preto e branco deixou tudo mais sombrio.
No romance, Bloch transformou Plainfield, no meio-oeste, em “Fairvale”, uma cidadezinha monótona e sem graça no sudoeste. Na ficção, o escritor tornou Gein um gerente de motel dominado pela mãe, o atarracado Norman Bates, cujos rompantes de loucura eram abastecidos por álcool, pornografia, Saint-Saëns e Beethoven.

Bates recebe uma hóspede bela e vulnerável, Mary Crane (a primeira vítima de Gein se chamava Mary), com quarenta mil dólares roubados — de se encontrar com seu amante, dono de uma loja de ferragens (a segunda vítima de Gein era dona de uma loja de ferragens). Durante um jantar e uma conversa, Mary desperta a compaixão — e a luxúria — do patético Bates. Depois que Mary vai para seu quarto, ela é esfaqueada até a morte no chuveiro, aparentemente pela maníaca e possessiva mãe de Bates. Quando um investigador de seguros também é assassinado ao procurar Mary, o namorado e a irmã da garota morta tentam decifrar o mistério. Eles acabam por desmascarar Norman Bates como um matricida, travesti e assassino em série.

Eis os detalhes que são postos em cópia como expliquei no inicio, mas vamos deixar de lado o possível plágio da vida real, para nos focarmos no livro em si, o diretor mudou só alguns detalhes como os nomes dos personagens e incluiu cenas novas para o inicio do filme, cenas estas que teve um grande debate em mostrar ou não a jovem Marion de lingerie ou era aquela cena ou a nudez no chuveiro, eis que Hitch ganhou no final e foram ao ar as duas.
Com baixo custo este não pode contratar suas estrelas frequentes em seus grandes filmes, Audrewy Hepburn acabou ficando grávida, Grace Kelly casando-se com o príncipe e James Stewart que tinha grandes exigências salariais, eis que surgem novos atores que cobravam menos por filmes, ninguém imaginaria que Anthony Perkins ao receber o papel de Norman seria conhecido mundialmente por seu personagem.
Detalhes foram explicados desde os movimentos das câmeras quando a mocinha foge pela estrada, lendo percebe-se cada detalhe que hoje parece tão fácil, mas antes era tão complicado. Outro ponto importante foi à nudez do assassinato no chuveiro, já havia comentado sobre isso, mas na época era completamente bizarro e imoral fazer tal ato no cinema, foi usada uma modelo para fazer a cena já que Vera não aceitou se expor desta forma, os pequenos pedaços de pele mostrados no filme já revolucionaram na época.
O próprio diretor faz uma pequena aparição no filme, um detalhe que sempre inclui, além dele, sua filha também participa nas primeiras cenas com Vera no escritório em que Marion trabalha.




Ps.: Eis a imagem, sim eu tenho o filme caso estejam se perguntando onde consegui o print, fiz assim que li a parte no livro, tenho ele e vou procurar mais clássicos do diretor, adivinhem! Quem quiser posso passar o Torrent para baixar, tenho também Bonequinha de Luxo.

As brincadeiras em relação ao filme foram a parte divertida do diretor, ele ludibriou todos os curiosos que tentavam achar furos para mostrar as gravações, fez um decreto que ninguém contasse o final do filme ao sair dos cinemas, virou uma lei sendo quem era, então imagine pegadinhas para saber quem seria a atriz que faria a Mãe ou descobrir as mortes e todos os detalhes surpreendentes que criou.

“Ao longo da filmagem, ele manteve sempre visível uma cadeira com ‘Sra. Bates’ escrito atrás, bem grande. O humor de Hitchcock era assim. Por Deus, a Sra. Bates era uma pessoa real, então tinha de ter uma cadeira.” Num final de tarde, o diretor se acomodou nessa cadeira — uma foto premeditada (e devidamente registrada) como um agrado para os divulgadores do estúdio; mais tarde, todos os principais nomes do elenco, de Martin Balsam a Janet Leigh, também foram fotografados na mesma cadeira. Exceto, claro, Anthony Perkins.


O que lamento dizer é que os críticos fizeram muitas negativas quando o filme saiu, isso se dá ao fato de ter muitas reviravoltas e todo o ar macabro, disseram tantas coisas denegrindo o filme que vocês entendem o que é receber reconhecimento depois de sua morte, então foi assim com Hitchcock, o seu filme mais barato, com atores desconhecidos e com todos os empecilhos possíveis foi e ainda é reconhecido por um de seus melhores trabalhos, quiçá o melhor.
Para terem noção, Psicose faturou quinze milhões de dólares no mercado americano ao final de seu primeiro ano de exibição, o publico admirava, mas os críticos odiavam.

‘Segundo Hitchcock, “Psicose foi um filme que fiz com uma grande sensação de deleite. Para mim, ele é divertido... Foi quase como levar o público, através da velha casa sinistra, para uma roda-gigante ou uma montanha-russa.”’.

Para finalizar, dou os parabéns a Alfred Hitchcock por uma adaptação incrível que marcou e ainda marca o cinema, a música no banheiro vai ser eterna em seu suspense e à fidelidade à obra até a última fala, “Eu não poderia fazer mal a uma mosca.”.
Quem gosta de saber o que há por trás das câmeras deve ler este livro, tanto pelo seu conteúdo assim como pelo amor ao cinema.
Xoxo

“O cinema deveria ser considerado mais forte que a razão.”

— Alfred Hitchcock

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40 Comentários

  1. Parabéns pela resenha! E que resenha, viu! Gosto muito de cinemas e ia ver uma série baseada em "psicose". Agora fico imaginando o quão boa seria a série. E a capa desse livro? Meu deus! Vou nem falar! Pq já quero na minha estante. :)

    http:///porredelivros.blogspot.com

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    1. Obrigada. Fiquei contente agora que consegui fazer algo descente.
      Sim Bates Motel, fica focada na infância do Norman até ele se tornar o que é no livro Psicose, uma ótima série e agora na ultima temporada ele surtou de vez. Pera SPOILERS, parei.
      Sim é a capa do filme Hitchcock, tem um filme inspirado nesse livro que vou caçar pra assistir.
      Xoxo

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  2. Parabéns por sua resenha, da para notar sua paixão.
    Estou achando bem interessante essa onda de livro sobre os bastidores de filmes eu tenho o Evil Dead e o Massacre da Serra Elétrica. E agora você me deixou com vontade de ter esse sobre Psicose

    www.poyozodance.blogspot.com.br

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    1. Sim, uma apaixonada por clássicos, os de hoje em dia são muito superficiais e tem pouco conteúdo para se apresentar nas telas do cinema.
      Sério: Estou doida por esses dois, a DarkSide é uma fera em lançamentos macabros, acho que vou falir de tanto comprar livro de lá.
      Compra o box especial de cinema, vem Psicose, A Noite dos Mortos Vivos e Os Gonnies, logo tem resenha da Noite e de Psicose também.
      Xoxo

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  3. Olá! Conheci o blog hoje e essa resenha foi UAU!
    Já comecei a seguir. E você está realmente de parabéns!
    Voltarei mais vezes.
    Beijos
    http://estante-da-ale.blogspot.com.br/

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    1. Nossa, eu não esperava tanto da resenha quando comecei, levou mais de uma semana e três páginas do Word.
      Obrigada, já sigo o teu também
      Xoxo

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  4. Oi!
    Não assisti o filme, mas por ser tão antigo e famoso deve ser muito bom. O livro também parece ser incrível. Imagina saber os detalhes de produção de um filme.
    Beijos

    http://tudoqueeuli.blogspot.com

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    1. Foi a revolução da época, nada do que tem hoje nos cinemas em relação ao suspense, terror e ao toque macabro que vemos atualmente, Psicose revolucionou o cinema e ainda faz sucesso.
      Se você assistir o filme vai entender, mas não espere tanto efeito, já que antigamente era tudo mais simples e mais complicado de ser ter detalhes.
      Xoxo

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  5. Olá,
    Acho toda a história por trás do filme e do livro simplesmente incríveis, então obviamente leria esse livro tranquilamente, ele parece ser mesmo incrível <3.
    Beijos.
    Memórias de Leitura - memorias-de-leitura.blogspot.com

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    1. Sim é, o estanho é que eu não dava nada por ele, sabe nem ao menos uma estrela pelo começo, mas no fim mereceu as cinco e ainda um favorito no Skoob, vale muito a pena.
      Xoxo

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  6. Olá!
    Não assisti esse livro, mas já ouvi falar.
    Deve ser legal saber sobre os bastidores de um filme que a gente gosta.
    Adorei a sua resenha.
    Beijinhos!
    http://eraumavezolivro.blogspot.com.br/

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    1. Sim, foi surpreendente e eu ainda gosto de clássicos, então foi uma surpresa gostar tanto.
      Xoxo

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  7. Oieee
    Não costumo ler livros nesse estilo mas esse me interessou. Estou assistindo a série Bates Motel e pretendo ver o filme, e por este motivo fiquei interessada no livro.

    Coração Leitor

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    1. Sim, eu parei de ver, mas pretendo voltar, Bates Motel esta em sua melhor temporada agora, pelo que ouvi.
      Recomendo o filme, mas não espere os efeitos especiais de hoje em dia.
      Xoxo

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  8. Já estou LOUCA pra ler esse livro, e o da Darkside Books também. Adoro Psicose ♥
    sou apaixonada com esses livros sobre bastidores.

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    1. Olá! Acredita que estou lendo Psicose da DarkSide e tenho o filme de 1960, sim é costume ter tudo pra não perder um detalhe.
      Espero que goste do livro.
      Xoxo

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  9. Olá!

    Psicose é um marco mesmo. Não conhecia esse livro, vou dar uma olhadinha sim, me interessei por ele. No geral me interesso por esse mundo do cinema - mas só a parte dos bastidores mesmo hehe

    resenhaeoutrascoisas.blogspot.com

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    1. Ai depende né Kamila, de Kamila para Kammylla, se bem que o meu é super complicado de escrever.
      BEM, sim é um marco, o livro é inspirado nos bastidores do filme e tem filme deste livro, deu pra entender? Meio confuso não é. kkkk
      Logo tem resenha de Psicose, critica do filme e ainda vou caçar Hitchcock pra assistir também, há e tem Bates Motel.
      Xoxo

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  10. Olá, que resenha incrível! Acredita que nunca assisti ao filme e nem li o livro? mas me interessei muito, já estou me preparando para ir atrás dos dois! hahah

    Beijos

    http://www.oteoremadaleitura.com/

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    1. Eu também não, acabei pegando pra maratona que disseram que foi um dos melhores livros de suspense e terror, até agora não acabei, mas este, este sim é ótimo, logo tem critica dos filmes e a resenha do livro Psicose mesmo.
      Obrigada.
      Xoxo

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  11. Olá, tudo bem?
    Apesar de não curti muito o estilo, adorei a sua resenha. E que resenha! heheheh Parabéns!

    Beijos,

    Dai | www.cheirodelivronacional.com.br

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    1. Sim, ele é um livro mais critico e sobre os bastidores mesmo, não tem uma história em si, mas eu gostei e é muito bom.
      Sobre o outro tu tem que ler, Psicose parece ser incrível.
      Xoxo

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  12. Oie, tudo bem? Vi esse livro na livraria ha duas semanas e fiquei encantada com a capa, com a história e claro pelo fato de já ter assistido o filme milhares de vezes. Ele sabe como ninguém fazer um suspense. Sua resenha ficou excelente. Beijos, Érika

    ~www.queroseralice.com.br~

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    1. Agradeço, e menina por que não comprou? Garanto que não vai se arrepender.
      Estou baixando o filme que é baseado nesse livro, pensa em uma ansiedade para saber se faz jus ao livro.
      Xoxo

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  13. Oii!

    Já vi diveeeersas resenhas para essa obra, mas assim, não sou o publico alvo. Sou hiper medrosa e tenho certeza que não conseguiria nem o filme nem o livro.
    Eu achei genial saber como foi feita a adaptação e tudo mais. Hoje tudo é muito mais simples tanto que nem entra na minha cabeça que era demais um poucoi de pele aparecer HUSAHUSAHUSH.

    Ótima resenha! só como uma dica, aumenta um pouco o tamanho da fonte porque eu sou miope e foi um pouco dificil de ler hahahaha


    Beijinhos,
    www.entrechocolatesemusicas.com

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    1. Agradeço, então eu disse ai em cima pra outra menina que ele não é um livro que foca na história, mas sim na construção do filme, em breve terá resenha do livro Psicose mesmo.
      Desculpe! É que esse novo lay deixou menor, vou aumentar na próxima.
      Xoxo

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  14. Para os apaixonados por clássicos o livro é um sonho, sua resenha ficou perfeita destacando pontos altos do livro, a capa está linda, para quem ama o filme, não pode deixar de ter o livro. Eu gosto do filme, não que seja meu preferido, os bastidores colocados em um livro é muito interessante. beijos

    Joyce
    www.livrosencamtos.com

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    1. Obrigada Joyce.
      O filme não é tão bom comparado aos de hoje em dia, já que você assiste e percebe coisas tão comuns como a morte no chuveiro e tals, mas vendo pelo ponto de vista de 1960 aquele revolucionou o cinema.
      Logo tem resenha do livro.
      Xoxo

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  15. Olha eu sinceramente nunca ouvi falar do filme ou do livro.
    Eu acho também que não seria um gênero no qual eu me interessaria, porque
    eu não gosto muito sabe? Eu já curto mais leituras leves.
    Mas me parece ser interessante para quem gosta do gênero.
    Mas eu não me senti atraida não. Acho que nem o filme eu assistiria =x

    http://lovereadmybooks.blogspot.com.br/2015/08/resenha-memoria-falsa.html

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    1. Sim Silvana, ele tem essa pegada mais sombria.
      Mas tem críticas e resenhas leves por aqui, tem a do filme da Blake Lively e também livros da Universo dos Livros que são super leves e românticos, visite o blog pra conferir.
      Xoxo

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  16. Vi o filme que foi inspirado no livro. Devo dizer que amei. Não sei se leria o livro, não é bem uma leitura que me agradaria tanto. Me contenho com o filme que foi ao meu ver, espetacular, pois cumpriu bem a função informativa e aplacou minha curiosidade. Adoro psicose e talvez admitir aqui que não leria o livro seja um pecado mortal para os fãs..rs

    LETRAS COM CAFEÍNA

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    1. Sim, tanto Psicose quanto este que inspirou o filme Hitchcock, tenho os dois e logo tem critica e resenha do livro Psicose. O filme foi ótimo e não esperava mais do que já foi apresentado naquela época, eu tenho o livro. Kkkk
      Xoxo

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  17. Oláá
    Sua resenha está ótima e tenho muito interesse em conhecer melhor esse livro e Hitchcock em geral, é um tema muito interessante. Ótima dica

    Beijos
    http://realityofbooks.blogspot.com.br/

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  18. Oi Kammy!
    Hitchcock é mesmo um gênio e isso ficou muito claro na sua resenha, que aliás está incrível! Você conseguiu abordar várias características da obra e me deixou com muita vontade de ler o livro e conhecer mais sobre a lenda do terror.

    B-jussss!
    http://www.quemlesabeporque.com/

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  19. Oi Kammy.
    Eu adoro Psicose! Amei o filme do Hitchcock, achei muito bom o clima de suspense e os atores. A adaptação de 1998 não me agradou tanto, mas também não foi dirigida pelo Hitchcock. Como a imagem que vc postou mesmo diz ele era apavorante mas era um gênio! A leitura do livro do Roberto Bloch foi muito boa também, publiquei uma resenha há poucos dias sobre ele, depois dá uma olhada lá: http://aventurandosenoslivros.blogspot.com.br/2015/08/resenha-psicose-robert-bloch.html
    Adorei sua resenha e estou louca por esse livro para conhecer mais sobre a produção do filme.

    Beijos
    http://aventurandosenoslivros.blogspot.com.br

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  20. Eu nunca assisti esse filme, acredita? Hahahaha. Por isso acho que não leria esse livro por enquanto, pois não o vejo como um classico de terror e suspense que precisa ser visto e lido como foi feito.
    Mas a ideia do livro é bacana, acho que deveriam publicar mais livros assim dessas franquias mais antigas para os fãs poderem ver como foi a produção

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  21. Olá! Acredita que nunca assisti esse filme, muito menos tive a oportunidade de ler a obra? ç-ç Parece uma história intrigante e me deixou curiosa o fato de ter a Scarlett na produção (amo ela!). É uma obra que eu passaria, no momento, mas está anotada para futuras leituras. :3

    Beijos,
    Fernanda Goulart,
    Império Imaginário.

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  22. Oie
    Eu conheço bem o filme Psicose, mas nunca assisti hahaha nao conhecia o livro e vou te dizer que a sua resenha está incrível parabens, mas mesmo assim não leria esse livro nem se fosse obrigada hahaha eu tenho um sério problema com o medo e não curto nem um pouquinho o tema.

    beijos
    Mayara
    Livros & Tal

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  23. Oii...
    Parabéns pela resenha!
    Tenho uma enorme curiosidade de ver esse filme, mas morro de medo rsrs...
    Muito bom saber mais sobre Hitchcock e sua vida profissional! Parabéns pelo post e espero tomar coragem e assistir ao filme!

    Beijos!
    http://lovesbooksandcupcakes.blogspot.com.br//

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  24. Oie, tudo bom?
    Realmente é uma boa opção para quem deseja conhecer mais sobre os bastidores. Não é o estilo de narrativa que eu curto, mas parece abranger um público específico.
    Beijos,
    http://livrosyviagens.blogspot.com.br/

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